sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

25/12/2010

Bom, não escrevi nada.
Preciso atualizar.
O Natal chegou.
Então:


FELIZ NATAL

Isso basta! ;D

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Ao amigo

Como é simples questionar a dor que a perda traz!
Mais simples ainda, é a resposta.
O próprio nome já diz: PERDA!
Você é acostumado a ter e, de repente, não tem mais.
PERDEU.
Não é óbvio?

E, talvez, outra dúvida surja
quanto ao fato de se apegar às coisas, sabendo que elas se irão.
E se, isso, é válido!

Para cada dúvida a resposta é mais fácil!
Não se acredita que se vai sofrer por tudo isso.
Você acaba acreditando, por si mesmo ou porque alguém conseguiu te convencer,
que você teria e guardaria para a vida inteira!
E se vai valer/vale/valeu a pena sofrer tal dor... é uma pergunta que só o sofredor pode responder.

Quem sabe, não haja dúvidas sobre tal pergunta!
Mas, não consegue reagir ao fato da felicidade, implícita no apego às coisas, transpor pelas suas mãos.

Porém, sabe o que as crianças fazem quando o leite cai no chão?
Elas choram!
E, de repente, elas percebem que não vai mudar nada!
Então, elas param de chorar e se preparam para um novo copo de leite.
Sendo que este, pode cair de novo ou não.
Mas, elas não vão deixar de chorar.
Nem de esperar o novo copo.

Aí, você me conta que você gosta muito do que é clássico e antigo.
E que o novo te assusta.

Hey!
O mundo muda!
A gente muda!
Não há meios de se parar no tempo.
(Não por enquanto).
(In)felizmente, o que é clássico e antigo é em preto e branco.
E convenhamos que, em questões de "avanço",
preto e branco tá meio caído.

E é como eu sempre digo:
"O bom do ser humano é a capacidade de adaptação!"
O novo te assusta porque você ainda não o conhece!
E não deu a chance para ele te mostrar que pode ser tão bom quanto o "preto e branco".
Só que colorido!

sábado, 27 de novembro de 2010

Relato do fato!

Tome cuidado!
Um dia descuidei...
e deixei a porta aberta!
A minha insipiração fugiu.
E até hoje
eu não sei mais o que é inspiração.

Já espalhei cartazes pelas ruas.
Em postes e portas e garagens.
Mas não adiantou.
Ela não voltou!

Nem o pote de palavras
que eu deixei no portão,
ela veio organizar!
E olha que,
esse era o seu passatempo preferido!

Mas vejam só.
A falta da minha inspiração,
foi a própria inspiração.

Irônico não?


Ps: Tema escolhido por Kindim Cezário!

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Meu pedaço de gente

Sabe o que se diz sobre o amor?
Que apenas se sente.
Mas, se o que passa dentro do meu peito é amor,
não é tão simples assim.

Eu te quero e não te tenho.
Eu te tive sem te ter.
Quem sabe, ainda hoje, assim funciona...

Mas o que eu queria mesmo,
nesse exato momento,
era ouvir tua boca
nessa noite de lua nova
sussurrando ao meu ouvido
que você ainda me ama.
E depois calá-la,
essa mesma boca,
com meu beijo.

Talvez, se eu gritasse
você poderia me ouvir.
E eu te diria o quanto você me faz bem.
O quanto você é especial.
Mas, os ventos frios da noite
me calam.
Por que ao invés disso,
eles não levam minha voz aos seus ouvidos?
Por que eles não me levam pra você?

Eu não sei por quê,
mas meu grito não é alto suficiente.
Mas de uma coisa eu sei,
os seus são tão altos
que eu consigo ouvir tua voz
aos pés de minha orelha,
o tempo inteiro.
Será, mesmo, que estás gritando?

Acho que isso
é apenas mais um desejo meu.
E se por acaso,
quando minha voz conseguir te alcançar,
você ouvirá a minha voz mais doce
te pedindo um beijo.

E quando pedir esse beijo,
você me dará?

Sim, meu bem,
quando minha voz
a ti chegar,
bem perto estarei.
Como, agora, você está comigo.

Sim, eu sei,
nosso tempo é diferente do de Deus.
Mas no meu tempo
tudo acontece fora de hora.
E você
é uma prova disso.

E, não se preocupe
caso me veja chorar.
Até o dia em que te encontrar,
até lá,
eu já estarei me acostumando.
As lágrimas cairão,
mesmo assim.
Porque me acostumarei
a não te ter.
Mas, jamais concordarei.

E por isso, hoje te peço:
Me espera?
Eu te esperarei.

Sabe o que dizem sobre o amor?
Que apenas se sente.
Mas, se o que passa dentro do meu peito é amor,
eu to gostando.

Sim, meu bem,
eu to gostando
de gostar de você.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Desilusão

Sempre que há uma ponta de esperança...
há, também alguém com um balde de água fria.

Mas, toda vez, existe alguém
bem angelical, que te seca e esquenta,
com um afago que você tanto sente saudades.

Embora se quer outro anjo,
o primeiro que te aparece
é suficientemente afável.

E ali se deleita, até se acalmar.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

0 + 0 = 1

Eu já pensei em falar de flores,
mas só teu cheiro permanece na lembrança.
Não consigo pensar em qual flor seria mais cheirosa que teu corpo
ou pétalas mais suaves que tua pele,
nem mesmo, se existe algo mais belo que teu sorriso...
rosas, tulipas, lírios ou o que for.
Todas essas flores não chegam aos pés da tua majestade.
Nenhuma tem o teu sabor.

Eu já pensei em falar do mar,
mas nem com toda sua imensidão me fascina mais que o teu olhar.
Nem de dia, nem de noite.
Não há onda que me faça viajar mais que o abrir e fechar de teus olhos.
Não há onda que acaricie a areia como, a mim, tuas mãos.
Nem onda que ressoe como tua voz ao meu ouvido.

Eu já pensei em falar da lua.
A linda donzela apaixonada.
Mas, disso, um dia já falei.
E, mesmo assim, um erro cometi ao exaltá-la mais que a ti.

Até juntar duas idéias,
como o mar e a lua, eu já tentei.
Mas eles não brilham como tu brilhas.
Não amam como tu amas.
Nem me fascinam como tu me fascinas.

Acho que posso chegar ao fim, simplesmente dizendo que te amo.
E dizendo que não há mar, lua, rosas, tulipas ou lírios que me façam te esquecer.
Posso até pensar nisso tudo.
Mas, te equiparar a isso, não é nada mais do que mentir.

LESSA, Gabriela.
MIZIARA, Otávio.

sábado, 11 de setembro de 2010

Gatos, em pés, sobem.

"Vem, gatinha.
Vamos chupar acerola!"
Era o que eu dizia a ela todos os dias de minhas férias.

E em baixo daquele pé,
sobre os nosso pés,
ficávamos nos lambuzando
com aquelas baixas acerolas,
pois, devido ao nosso tamanho,
as altas eram salvas.

"Olhe aquela!"
Era o que eu dizia.
"Pegue pra mim?"
Era o que ela pedia.
"Mas não alcanço!"
Era o que eu lamentava.
E, com as que podíamos ter,
nos contentávamos.
E, assim, saciados ficávamos.

Sim, gatinha,
era bom o tempo que passou.
E daquele pé, você saiu.
E naquele pé, você me deixou.

Talvez, por me deixar sozinho
com todas as acerolas só pra mim,
hoje já não consigo sair de lá.
Hoje, aquele sabor e aquela melequinha que na mão fica me fascinam.

É, gatinha.
Ali, você me deixou só.
Só com meu pé de acerola.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Por você, até o Japão em cima de um papagaio real

Quando o sol bater, te acordando no meio da madrugada, lembre-se que eu o pedi que assim procedesse.
Fui até o céu da mesma noite, porque cansei de gritar pra lua me ouvir. Fui com minhas asas de ouro dourado e contei tudo ao seu ouvido. Ela me deu a ideia mais fantástica. Ela me disse que se eu te desse uma estrela, você seria minha. Pulei de nuvem em nuvem, perguntei a cada estrela, procurando aquela que concordaria com a ideia de sua mãe, qual delas iria pra casa, pra que eu entregasse ao meu amor. Isso significaria que, aquela que aceitasse, deveria descer do céu e ficar na terra. E depois de rodar a metade do mundo, sem encontrar uma estrela sequer, achei a maior e mais brilhante estrela. O sol. Era da cor de minhas asas. Como com a lua fiz, contei ao sol sobre meu amor.
Aquela estrela entendeu minha história e quis descer aqui para que eu pudesse te dá-lo. Mas, com seu tamanho, acabaria com as nossas vidas, antes que eu te ganhasse. A minha ideia (a que eu contei ao sol) não era minha. E isso o sol percebeu. Ele me disse que era de sua amada lua, e que eles foram designados a viverem um em cada canto da Terra.
Ora pois, não poderia ajudá-lo? já que ele queria me ajudar.
Convenci que devia lutar por sua amada, assim como eu estava fazendo. Como se o amor tivess me ajudado, tive a fascinante ideia, te daria o sol sem entregar-te. Mas entregaria-o a lua.
E o mesmo tempo que demorei pra chegar ao sol (cerca de um tic e um tac do ponteiro dos segundos do meu relógio de chocolate), demoramos pra chegar à lua. E às 03h00m, chegamos. O sol e eu, nele montado.
Mostraria a todas as estrelas como nosso amor valeu à pena. É, eu teria mostrado se os dragões não tivessem comido todas elas. Mas isso já é outra história.

domingo, 29 de agosto de 2010

Saudades reinam!

É difícil manter um sorriso na cara, com os olhos cheios de lágrimas.
Mas a gente dá conta!

A gente sempre dá conta do recado!

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Satisfações

O pai, em seu leito de morte,
ensinou ao seu filho:
"As pessoas saem de nossas vidas
e esquecem de dar-nos satisfação."

Pra sempre, o menino órfão de pai,
pensou nessa frase.
E refletia de tal maneira
que não conseguia entender
o fato de seu pai,
que o tinha ensinado tal lição,
poder, apenas, sair de sua vida.
Deixando por satisfação, a morte.

Toda regra tem sua exceção.
E seu pai deveria ser a exceção dessa.
E descobriu que era.
Seu pai, que tinha deixado a morte como satisfação,
o fez à toa!
Pois, pra sempre,
na vida de seu filho,
estaria, do jeito que podia.

E, assim, o menino pediu perdão.
Ao seu pai, por tê-lo julgado de forma errada.
Ao seu pai, por ter inventado uma satisfação.
Ao seu pai, por ter acreditado tão fielmente em seus ensinamentos,
e esquecido da maior frase que já escutara de sua boca:

"EU TE AMO!"

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Filosofia em Saúde

Tento decodificar o que esse mestre fala!
Ele fala sobre trabalhos,
codificações, decodificações
e formações de novas mensagens.

Afinal, pra que serve isso tudo?
Não consigo achar um porquê pra tudo isso existir!
Mas, fazer o quê?
Por isso tenho que passar,
então, por isso, passarei!

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Menino pecador, no ônibus para casa.

Podemos, lá, encontrar o menino.
Encostado em seu poste.
Seus pecados ao seu redor.
E mais nada ou ninguém.

As músicas saíam de sua boca.
Elas tentavam fazer o menino esquecer.
Ele tinha que esquecer o que fizera.
Mas, melhor que esquecer,
tinha que sentir esse remorso
pra sentir o arrependimento aflorindo.

Venha minhoca,
minhoca de metal.
Condução popular.
Circular.

Venha e leve o menino pra casa,
seus pés cansados e fechados em tênis,
sob a luz fraca vinda dos céus,
não conseguem levá-lo ao lar.

Lar,
onde encontra companhia e solidão.
Onde encosta a cabeça suja no colchão
e pensa no que fez.

E ao pensar,
se lembra do seu amado poste.
E percebe que não era um poste,
era apenas um mastro,
dizendo que ali ele iria pra casa.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Conto de fada

E muito tempo já passou.
Muitos anos já ficaram pra trás.
Ainda posso contar contigo.
Ainda posso ser seu amigo.

Histórias do hoje, eu ouço.
Histórias do ontem, eu pergunto.
Gosto de saber o que se passa.
Gosto de rir o ar da tua graça.

Uma criança com outra,
ou seja, duas.
Cheio de vergonha, excitação,
medo e infantilidade.

Vergonha das pessoas e suas piadinhas.
Excitação em ter, enquanto muitos não tem.
Medo do toque que não seria bem recebido.
Infantilidade, pois, ora, era criança.

Ainda terei vergonha, mas lutarei contra.
Excitação passou, por me juntar aos muitos.
O toque, talvez tenha sido o que faltou.
Infantilidade? Cresci!

Pode ser que eu seja o único
que não pediu sua mão.
Mas, pelo menos, fui um
dos poucos que não te machucou

Pelo menos, fui um.

Hoje, já nada quero
além de sua amizade.
Hoje, eu quis que tudo
já tivesse sido diferente.

Mas, se acaso, assim fosse
não teria, eu, crescido
e aprendido a tratar melhor
a nova mulher que está por vir.

Me disse que
serei um eterno "fofo".
O conto de fada.

Eu te prometo:
se serei um eterno "fofo",
você será sempre
a minha primeira namorada.

Ps': Baseado em "Zignal - Primeira Namorada"
Ps'': Considerada primeira. Na verdade foi a segunda.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

=X

Pelos normais servem para aquecer.
Pelos anais servem pra manter o brioco quentinho?
Por favor, quem arrepia os pelos do cu?
Acho que só servem para reter merda.

Qual a finalidade disso?

Moral da história: História imoral.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Satélite terrestre

Hoje eu vi a lua sair tímida por detrás dos prédios.
Tão tímida que chegava a corar sob os olhares de todos que a viam subir.
E subindo devagar, ela ia perdendo o tom tímido e ganhando uma força interior, já não corava mais com aqueles que a viam, mas iluminava-os.
Iluminava-os de tal maneira que o mais rude se apaixonou, o mais agitado se acalmou e o esquecido se lembrou.
Se lembrou que uma noite estava a olhar a mesma lua, mas tanto ele quanto a lua estavam acompanhados e agora os dois estavam sozinhos.
Se lembrou que já se esquecia de alguém que o deixou ferido.
Por conta disso, seu coração se parecia com a superfície de sua companheira, como se tivesse sido travada uma batalha entre um dragão e um guerreiro.
A lua, distante e, agora, até mesmo fria, o curar não podia.
Não podia nem mesmo se curar, quanto menos ao seu pobre amigo, um dos muitos feridos que lá estavam.
Ah, se a lua fosse enfermeira! Os partidos corações apaixonados não derramariam mais as suas lágrimas.
Ah, se a lua parasse o tempo! Todos ali ficariam e esqueceriam suas mágoas.
Ah, se a lua fosse donzela! Até mesmo os boêmios desolados se casavam.
Ou quem sabe ela poderia ser apenas um sapo.
Já que todos apostam nela suas últimas esperanças, também as princesas de moribundo coração fariam os seus futuros.
Mas a lua, pobre lua, é apenas mais uma na imensidão de apaixonados, girando em torno de alguém com quem nunca vai se encontrar, sendo iluminada por quem nunca vai aquecê-la, e fazendo outros bobos apaixonados sonharem.
Sonharem com seus amores ou com a luz de seus amores que, na noite seguinte, retornará.
Talvez, esse seja seu segredo: nada ela pode fazer.
Apenas nos olhar.
O resto a gente decide!

Por: Gabriela Lessa
e Otávio Miziara

quinta-feira, 29 de julho de 2010

True story!

Eu não acreditei.
Eu nem te olhei,
disse que era muito nova para mim,
mas, agora eu quero te namorar.

Pode acreditar.
não é falso amor.
Não quero te iludir,
nem enganar.
Não é caô.
Então, deixa de ser ruim
e me deixa te beijar.

Só beijar, só beijar,
baby.

Beija, não diz que eu perdi.
Beija, me faça feliz.
Bem feito para mim,
Por que, antes, eu não quis?

Isso é pra você entender,
o que eu quero é te beijar.
beija baby, baby beija, baby

Baby, beija, beija, beija!

Então, deixa de ser ruim,
e vem aqui me beijar!

sábado, 24 de julho de 2010

"Eu quero morar na sua rua"♫

Menina bonita,
cabelos escuros, longos e encaracolados.
Olhos castanhos escuros
perfume doce como melado.
As unhas se pintam.
As mãos não me tocam.
Os braços abraçam
alguém que havia partido.
Como chegarei a ti
sem ser ferido?

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Leite derramado.

Lembre-se que para molhar algo
não é necessário água,
mas qualquer coisa que seja molhada!

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Butter

Se você colocar a manteiga no calor
para que se torne mais macia
quando quiser passá-la no pão,
lembre-se que no forno a gás, elétrico, microondas, fogão
a manteiga não amolecerá.
Ela, simplesmente, derreterá e virará óleo.

Moral da história: Nem tudo acontece como queremos,
como dizem nossas hipóteses.
Mas para tudo existe um acontecimento.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

From my deep heart

Sometimes, I think about my life. Am I happy? Is everything making me happy? Am I making myself happy? I could leave and get away from it. I could back to who I do know. I could look for something that wouldn't make me so tired, but happy.
Maybe, I'm losing what I was supposed to win. In my present I guess how the future will look like. If, in the future, everything was perfect. That's (what is happenning) is everything that I looked for. I knew that would be easy. But it's not, I was wrong. But it's not a mistake.
I know God loves me. And if it was worse to me, God wouldn't let me come. So, I'm here. That's the best way. That's what my God says to me. I gotta believe. I have to. I know I'll cry at night, but no one will see me but God. I know my tears will be dryed by my laughs, when my turn to forget arrives.
I believe that there is only one who I can trust. But there are a lot of people that live in my heart and all of these people will wait me a half, one, two, five years. I just can't be late, maybe late brings death. If it happens, I will look back and say "I can't believe that I didn't enjoy them". I'm so young. I'm so old. I'm young and old enough to decide.
Now, I can't stand. I wish I could get away with it, but I can't. I don't want to give up. I wouldn't be shame if I did, but I don't. I'm just trying to say that is difficult to say goodbye, even on telephone. But worse is not say hello, even in dreams.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

quinta-feira, 27 de maio de 2010

17 Again!

Há exatamente um ano,
Deus virou pra mim e disse:
"Você terá mais um ano de vida!"

E como sempre Sua palavra se cumpriu!

domingo, 23 de maio de 2010

Evolução ou Regresso!

Todos os velhos são sábios.
Tem uma sapiência incrível.

Porém, todos os velhos regridem.
Viram criança, outra vez.
Que faz birra, que não obedece.

Portanto,
respeitemos sempre,
as nossas crianças!

Estoy aquí.

Se você sente o mesmo que eu...
...levante a mão!

o/

sábado, 22 de maio de 2010

Tá acabando!

Vejo uma luz no fim do túnel.
A calculadora é a minha guia.
Nossa Senhora do Fim do Período,
fazei o período sempre bom!!!
Amém.

Ps: Sem deboches e blasfêmias.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Algo pra chamar daquilo.

Eu quero um tubarão
para chamar de Yohannes.
Um estojo
para chamar de Chaplin.
Um botão
para chamar de Iaiá.
Um Frankstein
para chamar de Mochin.
Um gato
para chamar de Ket.
Um violão
para chamar de Nane.

Mas, quero tudo em pelúcia

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Doeu!

Ai, que sono!
Mal dormi e
já tive que levantar.
Tantas pessoas,
mas não tenho ninguém.
E esse objeto luminoso
que me fazem olhar
o tempo inteiro.
Já não suporto mais,
pobre vidro histológico.

Ai, que fome!
Mal acordei e
já tive que comer.
Antes, comida não entrava,
agora, não tem comida
para entrar.
O pior é que...
parece que só eu
não me importo mais.

Ai, que saco!
Faltam 24 dias,
virão mesmo?
Enquanto isso
espero o final do semestre,
onde descubro
o que acontece!

Ai, que dor!
Doeu.

Ai.

domingo, 9 de maio de 2010

E agora?

Pois, é.
Tanto tempo
e eu nunca tive um quarto só pra mim.
Tantos anos
e eu nunca fui o único.
O tempo passou
te conheço como a palma da minha mão!

Choros, risadas, choros de risadas,
segredos, medos.
Tava sempre ali.

E agora?
Com quem vou dividir meu Passatempo?

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Universitário

Seis horas,
estou atrasado
as luzes dos postes
ainda estão acesas!

Mês de abril
perdi meu ônibus
fiquei sentado
passando frio.

2010
tô feliz
realizei um sonho
Fiz o que quis!

Hoje é segunda
e já acabaram minhas cuecas!

domingo, 2 de maio de 2010

Verdade Absoluta

Me perguntaram:
"Por que usar o diminutivo?"
Respondi:
"É o jeito masculino de ser meigo."

Me indagaram:
"Por que o diminutivo no apelido?"
Respondi:
"É o jeito masculino de demonstrar afeto."

Me questionaram:
"Por que guardar os seus segredos?"
Respondi:
"É o jeito masculino de sofrer."


E, finalmente,
me disseram:
"Por que você não faz nada disso?"
Respondi:
"É o jeito masculino de dizer que te amo!"

terça-feira, 27 de abril de 2010

Um prato de amor

Que engraçado, não?!
Ao observar, em uma festa,
kibes vão e vem
enchem e esvaziam pratos.
Os salgadinhos chegam e vão
e muitas pessoas fazem isso
com o amor.

O amor é criado e esquecido.
Sonhado e idealizado,
mas não levado a sério.
As pessoas se saciam de comer
então param de deglutir.
As pessoas se saciam de amor
então param de amar.
Deixam de amar,
pois não querem engordar.

Mas, como toda regra tem sua exceção
eu e minha magreza somos os mais gulosos.
Porque amor não se acaba!

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Preciso de você. ♫

Ora, pois Dona Dolores!
Que dor é essa que te toma?
Quem te deu tamanha angústia?

Ora, pois Dona das Dores!
Quão indolor ficaste?
Quem apagou o tempo?

Ora, pois Dona Dolores das Dores!
Sorria, que a dor é indolor,
depois que a angústia se perde no tempo!

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Corujas

Se queres seus filhos sobre suas asas...
...basta abri-las!

domingo, 18 de abril de 2010

A triste história de um pescador

Joguei minha rede ao mar,
no intuito de pescar uma sereia.
"Só pegará peixes e tartarugas."
Me disseram.
Respondi:
"O que vier é lucro!"

Eis que a rede subiu vazia!

sexta-feira, 16 de abril de 2010

"I can't see what anyone can see in anyone else, but you" ♫

É porque existem duas pessoas dentro da gente,

aquela pessoa sã e a outra apaixonada.

A sã entende as coisas como realmente acontecem.

A apaixonada, interpreta do jeito que quer.

Por isso é possivel tirar o pé do chão e cair na incerteza
entre o sim e o não.

Os famosos dilemas, causados por duas pessoas,
juntas numa só,
você e você mesmo.

Entrando em colapso, e formando o que muitos chamam
de "estar apaixonado"

.

Esses mesmos "muitos" podem achar que isso é ruim.

Mas há quem diga, que é a melhor sensação que se possa existir.

Eu digo:

É amor!

E não há o que temer,
pois uma hora,
querendo ou não,
os pés tocam o chão, outra vez!

Seja porque passou a sensação.

Ou seja porque eu, agora, tenho certeza,
que te amo!

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Resposta

Do meu coração será difícil sair,
uma vez que a porta só abre do lado de fora
e você está do lado de dentro!
Esquecer já é impossível
porque o mesmo sangue que passa no coração
passa na cabeça, onde são produzidas as memórias.

E no meu guarda-roupas há guardado
um pedaço de mim!
A diferença entre esse pedaço e o meu pavio,
é que o meu pavio andava comigo.
Diferente da parte que falta de mim,
que fica em seu canto,
esperando eu abrir as portas!

Eu te prometo:
Esse "adeus" era só para o pavio,
nunca será para sempre.

Eu te prometo:
PARA SEMPRE você será a MINHA bruxinha!

domingo, 11 de abril de 2010

Adeus, Bruxinha!

Estava eu lendo meu livro chato para a prova chata!
Estava eu com meu pavio.
Sim, do verbo "não está mais!"
Portanto, digo adeus aquela que eu lembrava quando rodava o pavio.
Mas, sei que continuo sendo sua bota preferida!

quinta-feira, 25 de março de 2010

Um conto anatômico

Era uma vez um osso sesamóide.
Ele estava em perigo. Um tendão horrível o prendia em suas fibras enormes e não deixava o pobre sesamoidezinho sair. Só havia um jeito de fugir daquela terrível prisão: pedindo ajuda!
- Socorro, socorro. Quem poderá me salvar?
Até que, finalmente, alguém gritou:
-Eu, o Tubérculo 'super'-glenoidal!!!
Ahá, nem tudo estava perdido para o pequeno osso curto. Ou será que estava?
Aquela projeção fez de tudo para salvar o osso que dá eficácia aos movimentos, mas não deu conta de livrá-lo das fibras terríveis de um simples tendão.
E com aquele fusuê todo, o resto do corpo já não aguentava mais.
Foi então que uma pequena parte de um osso do apêndice superior entendeu tudo o que estava acontecendo. E explicou:
-Deixem-me falar! Eu tenho a solução. Sesa, será que esse não é o seu lugar? Como disso o nosso querido e ilustríssimo narrador, você é um osso que auxilia na função motora. O tendão também age na mesma função. Portanto, esse é o seu lugar. Você deve permanecer aí para sempre, assim como eu fico aqui e o Supra-'super' fica lá.
-Você só diz isso porque é amigo do tendão.
-Imagina, graças ao tendão eu não pude crescer como o resto do osso ao qual eu pertenço.
Isso fez com que o osso curto entendesse que ali era o seu lugar.
Com a fabulosa e magnífica explicação daquele afundado, todos compreenderam o que realmente se passava.
Já que todos tinham entendido tudo, já que tudo estava resolvido, o fusuê corporal acabou. E todos agradeciam gritando:
-E viva o Sulco do Tendão do Músculo Extensor Ulnar do Carpo!!!

sábado, 20 de março de 2010

Legenda!

Talvez porque o tempo passa
e continuamos
cada vez mais
"como nossos pais".

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Assim que eu digo obrigado.

E depois de tantos anos pagando plano de saúde,
o que eu poderia fazer é cuidar dela o máximo.
Depois de tantos anos me dando amor e carinho,
o menino que eu poderia dar é amor e carinho.
Tanto dinheiro gasto em tantos anos de escola particular,
o mínimo que eu poderia dar-lhes é esse orgulho.

Muito obrigado,
aos meus pais da terra e
aos meus pais do Céu.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Qual será mais fácil?

Lembrar de você e chorar todos os dias?
Ouvir uma música e chorar por ela dizer o que se passa?
Sentir saudade mas escondê-la no meu pranto?

Ou será que é mais fácil fingir que você não existe mais?
Que é parte do meu passado e nada mais que isso?

Mas eu ainda prefiro continuar te amando,
pode doer o tanto que for.
Aqui no meu coração.
Ali na minha cabeça.
Ou lá na minha memória.
Por você, eu deixo doer,
porque eu ainda prefiro continuar te amando.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

"Nossos passos, pelos chão, vão ficar." ♫

E tudo que me vem à cabeça
é uma simples pessoa, com seu calçado na mão.
Andando ao pôr-do-sol.
Numa praia, deixando seus passos num chão de areia.

E no Ano Novo,
VIDA NOVA.
(?)
É o que todos dizem, não?!

Porém, resta lembrar,
que quando cantamos:
"nossos passos, pelo chão, vão ficar"
não é como a minha imaginação,
uma vez que nela, as ondas apagam nossos passos.
Já fora dela, nossos passos serão sempre os nossos passos.
Onde o tempo, nem mesmo o tempo, consegue apagá-los.

Portanto, desejo a todos:
"Que tudo se realize, no ano que vai nascer!"

Feliz 2010

Obs: "Quem quiser ter um amigo, que me dê a mão."