Ouça enquanto lê...
É pecado morrer numa janela durante a noite enquanto a sua música toca?
É pecado pedir um pouco de paz, ausência, silêncio, beleza, amor? Pedir clareza, certeza, inteligência, menos oportunidades de uma vez? Decisão?
Vale a pena sofrer, quando o que te faz sofrer sofre junto com você? Ou é melhor que se sofra sozinho?
Aliás, isso é sofrer de verdade? Porque pessoas que realmente passam fome até a morte, que passam sede, paleativos, abandonados, sofrem. Já que não existe outro nome pra esses sentimentos um tanto quanto passageiros que batem no peito e saem pela boca, pelos olhos, pela mão, acho que ainda é sofrer.
E se eu disser que é pecado sim, você morrer na sua janela com sua música, uma vez que você deseja isso e definha até conseguir? Pelo menos vai ter a sua ausência, o silêncio. Vai estar tudo decidido, será certo. E não haverá nenhuma oportunidade que esteja em sua decisão, como eu disse, já estará tudo decidido.
A sua música vai tocar e você não vai ouvir.
O complicado é que não compete tanto a nós. É o que sentimos. Não se controla, não se pede pra sentir. O sentimento vem, você querendo ou não. Você pode tentar controlá-lo. Mas ele vai continuar existindo. A angústia vai bater toda vez que seu filho sair de casa, mesmo que ele diga que "está tudo bem, mãe. Vou ter juízo!". A saudade vai bater toda vez que suas férias acabarem e você tiver que dizer "tchau, minha irmã. Daqui a um ano eu volto para nos vermos." A solidão vai sempre bater quando você ligar pro seu melhor amigo e chamá-lo pra um chopp ou pra ficar com você dentro de casa porque o dia está nublado, sua vida está nublada e ele nem atender o telefone porque está viajando com a esposa. Você não vai odiar seu chefe ou as leis trabalhistas por te impedirem de ver sua irmã, nem o seu melhor amigo por ter se casado e, muito menos, o seu filho porque ele saiu de casa. Você vai sentir isso tudo. Mas você escolhe se seu filho sai ou não, se liga pro seu amigo ou não, se volta a trabalhar ou não.
E aí? Você vai morrer todas as vezes que se sentir angustiado, solitário ou com saudade? Pode até morrer, desde que ao final da música ou quando a chuva parar de bater a janela, você volte. Assim, você consegue a inteligência que tanto pedia. Deixando-se sentir o que seu corpo produziu, mas sem deixar que tome total conta de você. Talvez você encontre a beleza de um arco-íris, se esperar um pouquinhozinho depois da chuva.
Mas ainda lhe faltam clareza e amor e também as oportunidades não-extremistas.
Ora, você tem a oportunidade de ir pra janela. A oportunidade de definhar. De ajudar os que passam fome, sede, os paleativos e os abandonados, embora você esteja sofrendo. Só perceber que eles sofrem mais e seu sofrimento se esconde de vergonha. Vai ficar claro pra você que você não é nada. É só o menino que sofre sozinho sentado na janela, olhando pro nada e de cabeça vazia.
Quanto ao amor. Amor é natural. Deixe que ele te ache. Quando te achar, não voltes mais para aquele lugar que eu já esqueci o nome.
A menos que seja um dia ensolarado. Porque se for, você pode ficar lá esperando ele passar e descer correndo a tempo de chamá-lo para uma xícara de chá no jardim, antes que comece a chover.
Mas enquanto chove, só espere que ele te ache!
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domingo, 30 de setembro de 2012
Pensamento solto
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domingo, 6 de maio de 2012
"Minha força e vitória tem um Nome".
E você? está feliz? Agora entende a teora que eu defendo? Agora entende a minha prática?
Conta pra mim o que sente. Conta pra mim o que o nosso Deus tem te dito. Conta, se lhe for conveniente. Mas apenas me diz se vale ou não à pena. Me diz se, caso estivesse perdido, encontrou o seu "eu" sobre o altar.
Agora você sabe pra quem eu me ajoelho, quem eu adoro. Por quê "todo joelho se dobrará" diante Daquele que se faz Pão.
Abra teus olhos, Ele está na sua frente. Não busque tão longe. Não tente chegar aos céus, não busque imagens por referência enquanto o nosso Deus estiver a sua frente, pequeno e frágil naquele pão. Mas grande e forte. É o nosso Deus diante de nós. Se prostre, se envergonhe, se humilhe, se alegre, louve, cante, peça, agradeça, se redima.
Faça o que for, mas não deixe de buscá-Lo. Não O abandone. Porque o Senhor, nosso Deus, jamais nos abandona, esquece ou desiste de nós.
Conta pra mim o que sente. Conta pra mim o que o nosso Deus tem te dito. Conta, se lhe for conveniente. Mas apenas me diz se vale ou não à pena. Me diz se, caso estivesse perdido, encontrou o seu "eu" sobre o altar.
Agora você sabe pra quem eu me ajoelho, quem eu adoro. Por quê "todo joelho se dobrará" diante Daquele que se faz Pão.
Abra teus olhos, Ele está na sua frente. Não busque tão longe. Não tente chegar aos céus, não busque imagens por referência enquanto o nosso Deus estiver a sua frente, pequeno e frágil naquele pão. Mas grande e forte. É o nosso Deus diante de nós. Se prostre, se envergonhe, se humilhe, se alegre, louve, cante, peça, agradeça, se redima.
Faça o que for, mas não deixe de buscá-Lo. Não O abandone. Porque o Senhor, nosso Deus, jamais nos abandona, esquece ou desiste de nós.
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Yours.
There are sometimes when we don't know what to do!
We just have to stop and think about the better option. But it's an impossible thing to be done. So you ask some people about what they would do, in your place. Nothing they say can really help you, because everything depends on you. You have to take this decision and that's all.
Your mom cannot decide for you anymore, nor your dad. Everybody will be selfish and you should be too. 'Cause you'll suffer the consequences all by yourself.
Like I said, no matter what I say here. Everything is on your hands. And you have to decide. Well, that's your life, man. Not mine, not your parents'.
Yours.
We just have to stop and think about the better option. But it's an impossible thing to be done. So you ask some people about what they would do, in your place. Nothing they say can really help you, because everything depends on you. You have to take this decision and that's all.
Your mom cannot decide for you anymore, nor your dad. Everybody will be selfish and you should be too. 'Cause you'll suffer the consequences all by yourself.
Like I said, no matter what I say here. Everything is on your hands. And you have to decide. Well, that's your life, man. Not mine, not your parents'.
Yours.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Ao amigo
Como é simples questionar a dor que a perda traz!
Mais simples ainda é a resposta.
O próprio nome já diz: PERDA!
Você é acostumado a ter e de repente, não tem mais.
PERDEU.
Não é óbvio?
E, talvez, outra dúvida surja
quanto ao fato de se apegar às coisas, sabendo que elas se irão.
E se isso é válido!
Para cada dúvida, a resposta é mais fácil!
Não se acredita que se vai sofrer por tudo isso.
Você acaba acreditando, por si mesmo ou porque alguém conseguiu te convencer,
que você teria e guardaria para a vida inteira!
E se vai valer/vale/valeu a pena sofrer tal dor... é uma pergunta que só o sofredor pode responder.
Quem sabe não haja dúvidas sobre tal pergunta!
Mas não consegue reagir ao fato da felicidade, implícita no apego às coisas, transpor pelas suas mãos.
Porém, sabe o que as crianças fazem quando o leite cai no chão?
Elas choram!
E de repente, elas percebem que não vai mudar nada!
Então, elas param de chorar e se preparam para um novo copo de leite.
Sendo que este pode cair de novo ou não.
Mas elas não vão deixar de chorar.
Nem de esperar o novo copo.
Aí, você me conta que você gosta muito do que é clássico e antigo.
E que o novo te assusta.
Hey!
O mundo muda!
A gente muda!
Não há meios de se parar no tempo.
(Não por enquanto).
(In)felizmente, o que é clássico e antigo é em preto e branco.
E convenhamos que, em questões de "avanço",
preto e branco tá meio caído.
E é como eu sempre digo:
"O bom do ser humano é a capacidade de adaptação!"
O novo te assusta porque você ainda não o conhece!
E não deu a chance para ele te mostrar que pode ser tão bom quanto o "preto e branco".
Só que colorido!
Mais simples ainda é a resposta.
O próprio nome já diz: PERDA!
Você é acostumado a ter e de repente, não tem mais.
PERDEU.
Não é óbvio?
E, talvez, outra dúvida surja
quanto ao fato de se apegar às coisas, sabendo que elas se irão.
E se isso é válido!
Para cada dúvida, a resposta é mais fácil!
Não se acredita que se vai sofrer por tudo isso.
Você acaba acreditando, por si mesmo ou porque alguém conseguiu te convencer,
que você teria e guardaria para a vida inteira!
E se vai valer/vale/valeu a pena sofrer tal dor... é uma pergunta que só o sofredor pode responder.
Quem sabe não haja dúvidas sobre tal pergunta!
Mas não consegue reagir ao fato da felicidade, implícita no apego às coisas, transpor pelas suas mãos.
Porém, sabe o que as crianças fazem quando o leite cai no chão?
Elas choram!
E de repente, elas percebem que não vai mudar nada!
Então, elas param de chorar e se preparam para um novo copo de leite.
Sendo que este pode cair de novo ou não.
Mas elas não vão deixar de chorar.
Nem de esperar o novo copo.
Aí, você me conta que você gosta muito do que é clássico e antigo.
E que o novo te assusta.
Hey!
O mundo muda!
A gente muda!
Não há meios de se parar no tempo.
(Não por enquanto).
(In)felizmente, o que é clássico e antigo é em preto e branco.
E convenhamos que, em questões de "avanço",
preto e branco tá meio caído.
E é como eu sempre digo:
"O bom do ser humano é a capacidade de adaptação!"
O novo te assusta porque você ainda não o conhece!
E não deu a chance para ele te mostrar que pode ser tão bom quanto o "preto e branco".
Só que colorido!
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Satélite terrestre
Hoje eu vi a lua sair tímida por detrás dos prédios.
Tão tímida que chegava a corar sob os olhares de todos que a viam subir.
E subindo devagar, ela ia perdendo o tom tímido e ganhando uma força interior, já não corava mais com aqueles que a viam, mas iluminava-os.
Iluminava-os de tal maneira que o mais rude se apaixonou, o mais agitado se acalmou e o esquecido se lembrou.
Se lembrou que uma noite estava a olhar a mesma lua, mas tanto ele quanto a lua estavam acompanhados e agora os dois estavam sozinhos.
Se lembrou que já se esquecia de alguém que o deixou ferido.
Por conta disso, seu coração se parecia com a superfície de sua companheira, como se tivesse sido travada uma batalha entre um dragão e um guerreiro.
A lua, distante e, agora, até mesmo fria, o curar não podia.
Não podia nem mesmo se curar, quanto menos ao seu pobre amigo, um dos muitos feridos que lá estavam.
Ah, se a lua fosse enfermeira! Os partidos corações apaixonados não derramariam mais as suas lágrimas.
Ah, se a lua parasse o tempo! Todos ali ficariam e esqueceriam suas mágoas.
Ah, se a lua fosse donzela! Até mesmo os boêmios desolados se casavam.
Ou quem sabe ela poderia ser apenas um sapo.
Já que todos apostam nela suas últimas esperanças, também as princesas de moribundo coração fariam os seus futuros.
Mas a lua, pobre lua, é apenas mais uma na imensidão de apaixonados, girando em torno de alguém com quem nunca vai se encontrar, sendo iluminada por quem nunca vai aquecê-la, e fazendo outros bobos apaixonados sonharem.
Sonharem com seus amores ou com a luz de seus amores que, na noite seguinte, retornará.
Talvez, esse seja seu segredo: nada ela pode fazer.
Apenas nos olhar.
O resto a gente decide!
Por: Gabriela Lessa
e Otávio Miziara
Tão tímida que chegava a corar sob os olhares de todos que a viam subir.
E subindo devagar, ela ia perdendo o tom tímido e ganhando uma força interior, já não corava mais com aqueles que a viam, mas iluminava-os.
Iluminava-os de tal maneira que o mais rude se apaixonou, o mais agitado se acalmou e o esquecido se lembrou.
Se lembrou que uma noite estava a olhar a mesma lua, mas tanto ele quanto a lua estavam acompanhados e agora os dois estavam sozinhos.
Se lembrou que já se esquecia de alguém que o deixou ferido.
Por conta disso, seu coração se parecia com a superfície de sua companheira, como se tivesse sido travada uma batalha entre um dragão e um guerreiro.
A lua, distante e, agora, até mesmo fria, o curar não podia.
Não podia nem mesmo se curar, quanto menos ao seu pobre amigo, um dos muitos feridos que lá estavam.
Ah, se a lua fosse enfermeira! Os partidos corações apaixonados não derramariam mais as suas lágrimas.
Ah, se a lua parasse o tempo! Todos ali ficariam e esqueceriam suas mágoas.
Ah, se a lua fosse donzela! Até mesmo os boêmios desolados se casavam.
Ou quem sabe ela poderia ser apenas um sapo.
Já que todos apostam nela suas últimas esperanças, também as princesas de moribundo coração fariam os seus futuros.
Mas a lua, pobre lua, é apenas mais uma na imensidão de apaixonados, girando em torno de alguém com quem nunca vai se encontrar, sendo iluminada por quem nunca vai aquecê-la, e fazendo outros bobos apaixonados sonharem.
Sonharem com seus amores ou com a luz de seus amores que, na noite seguinte, retornará.
Talvez, esse seja seu segredo: nada ela pode fazer.
Apenas nos olhar.
O resto a gente decide!
Por: Gabriela Lessa
e Otávio Miziara
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Leite derramado.
Lembre-se que para molhar algo
não é necessário água,
mas qualquer coisa que seja molhada!
não é necessário água,
mas qualquer coisa que seja molhada!
Voce pode encontrar em:
Aprendendo,
Conselho,
Curtas,
Realidade
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Butter
Se você colocar a manteiga no calor
para que se torne mais macia
quando quiser passá-la no pão,
lembre-se que no forno a gás, elétrico, microondas, fogão
a manteiga não amolecerá.
Ela, simplesmente, derreterá e virará óleo.
Moral da história: Nem tudo acontece como queremos,
como dizem nossas hipóteses.
Mas para tudo existe um acontecimento.
para que se torne mais macia
quando quiser passá-la no pão,
lembre-se que no forno a gás, elétrico, microondas, fogão
a manteiga não amolecerá.
Ela, simplesmente, derreterá e virará óleo.
Moral da história: Nem tudo acontece como queremos,
como dizem nossas hipóteses.
Mas para tudo existe um acontecimento.
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domingo, 23 de maio de 2010
Evolução ou Regresso!
Todos os velhos são sábios.
Tem uma sapiência incrível.
Porém, todos os velhos regridem.
Viram criança, outra vez.
Que faz birra, que não obedece.
Portanto,
respeitemos sempre,
as nossas crianças!
Tem uma sapiência incrível.
Porém, todos os velhos regridem.
Viram criança, outra vez.
Que faz birra, que não obedece.
Portanto,
respeitemos sempre,
as nossas crianças!
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Congrats. Thanks.
E lá se foi uma semana.
Não uma semana qualquer.
A melhor, que demonstra como as pessoas crescem.
Graduação, aniversários, crisma e festa.
Crescemos. Vemos pessoas crescerem.
Sentimos o tempo passar.
Sorrimos e choramos.
Cantamos e dançamos.
Dormimos e sonhamos.
Acordamos e realizamos.
Realizamos coisas incríveis.
Realizamos mais etapas de nossas vidas.
Nessa semana que se foi,
descobrimos como vale a pena.
Vale a pena sorrir.
Vale a pena viver.
Vale a pena esperar.
Vale a pena crescer.
Crescer e abandonar aquele passado é impossível. Então, crescemos e não abandonamos o nosso passado que ficou pra trás.
Crescemos, mas assistimos aos nossos filmes de criança.
Perdemos, mas ganhamos a nossa gloriosa recompensa.
Sofremos, mas fomos felizes.
E ainda somos. E mais, seremos.
Seremos muito felizes com todas as conquistas que vieram. Com todas que vão vir. Com todas que aqui estão.
E disso tudo, nada é por acaso.
Tudo nos ensina.
Nada me desanima.
Algum se imagina.
Se imagina grande, com o maior coração que a menor criança consegue carregar.
A gente aprende.
A gente percebe
que já não é necessário três litros de cachaça, mas uma boa dose de felicidade. E TUDO se resolve.
Seja agora, ou não.
Seja depois, ou não.
Seja antes, ou não.
Seja feliz. Aprenda, crie, cuide, viva.
Sonhe e realize.
Não uma semana qualquer.
A melhor, que demonstra como as pessoas crescem.
Graduação, aniversários, crisma e festa.
Crescemos. Vemos pessoas crescerem.
Sentimos o tempo passar.
Sorrimos e choramos.
Cantamos e dançamos.
Dormimos e sonhamos.
Acordamos e realizamos.
Realizamos coisas incríveis.
Realizamos mais etapas de nossas vidas.
Nessa semana que se foi,
descobrimos como vale a pena.
Vale a pena sorrir.
Vale a pena viver.
Vale a pena esperar.
Vale a pena crescer.
Crescer e abandonar aquele passado é impossível. Então, crescemos e não abandonamos o nosso passado que ficou pra trás.
Crescemos, mas assistimos aos nossos filmes de criança.
Perdemos, mas ganhamos a nossa gloriosa recompensa.
Sofremos, mas fomos felizes.
E ainda somos. E mais, seremos.
Seremos muito felizes com todas as conquistas que vieram. Com todas que vão vir. Com todas que aqui estão.
E disso tudo, nada é por acaso.
Tudo nos ensina.
Nada me desanima.
Algum se imagina.
Se imagina grande, com o maior coração que a menor criança consegue carregar.
A gente aprende.
A gente percebe
que já não é necessário três litros de cachaça, mas uma boa dose de felicidade. E TUDO se resolve.
Seja agora, ou não.
Seja depois, ou não.
Seja antes, ou não.
Seja feliz. Aprenda, crie, cuide, viva.
Sonhe e realize.
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segunda-feira, 13 de julho de 2009
Essa aí passou. Essa aí passou. Essa aí passou ♫
Num sono profundo,
me encontrei com Jesus,
que me disse:
"Você pode pedir o que quiser!"
Pensando um pouco respondi:
"Quero ter três anos de novo!"
Ele me olhou no fundo e me disse:
"Se voltares aos três anos,
cada dia será igual aos que já passaram.
Tens certeza?"
Pensei melhor.
"Posso fazer dois pedidos?"
Sabendo o que eu tinha em mente,
respondeu:
"Claro."
"Posso deitar no Teu colo?"
E deitei.
Fiquei ali, provando daquela Paz,
durante tanto tempo
que me esqueci do outro pedido.
O "importante".
Ali fiquei, degustando até acordar.
Deixei passar mais uma oportunidade.
Mais uma.
De OURO!
Ou não.
me encontrei com Jesus,
que me disse:
"Você pode pedir o que quiser!"
Pensando um pouco respondi:
"Quero ter três anos de novo!"
Ele me olhou no fundo e me disse:
"Se voltares aos três anos,
cada dia será igual aos que já passaram.
Tens certeza?"
Pensei melhor.
"Posso fazer dois pedidos?"
Sabendo o que eu tinha em mente,
respondeu:
"Claro."
"Posso deitar no Teu colo?"
E deitei.
Fiquei ali, provando daquela Paz,
durante tanto tempo
que me esqueci do outro pedido.
O "importante".
Ali fiquei, degustando até acordar.
Deixei passar mais uma oportunidade.
Mais uma.
De OURO!
Ou não.
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